4 de outubro de 2013

A Menina Que Roubava Livros, O FILME!

   A Menina Que Roubava Livros - O Filme, já tem estréia prevista para novembro de 2013 nos EUA e em janeiro de 2014 no Brasil. SO-FREN-DO.
   Tá, quem não estava esperando por isso há séculos? Markus Zusak, autor do livro, acompanhou algumas cenas em abril, gravadas em Berlim. O filme é dirigido por Brian Percival e é estrelado por Sophie Nélisse (Liesel Meminger), Geoffrey Rush e Emily Watson.


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   Relembre a história da menina Liesel Meminger, que foi viver com uma nova família na Alemanha durante a Segunda Guerra Mundial, mudando a vida de todos que a rodeavam.

A trajetória de Liesel Meminger é contada por uma narradora mórbida, surpreendentemente simpática. Ao perceber que a pequena ladra de livros lhe escapa, a Morte afeiçoa-se à menina e rastreia suas pegadas de 1939 a 1943. Traços de uma sobrevivente: a mãe comunista, perseguida pelo nazismo, envia Liesel e o irmão para o subúrbio pobre de uma cidade alemã, onde um casal se dispõe a adotá-los por dinheiro. O garoto morre no trajeto e é enterrado por um coveiro que deixa cair um livro na neve. É o primeiro de uma série que a menina vai surrupiar ao longo dos anos. O único vínculo com a família é esta obra, que ela ainda não sabe ler.
Assombrada por pesadelos, ela compensa o medo e a solidão das noites com a conivência do pai adotivo, um pintor de parede bonachão que lhe dá lições de leitura. Alfabetizada sob vistas grossas da madrasta, Liesel canaliza urgências para a literatura. Em tempos de livros incendiados, ela os furta, ou os lê na biblioteca do prefeito da cidade.
A vida ao redor é a pseudo-realidade criada em torno do culto a Hitler na Segunda Guerra. Ela assiste à eufórica celebração do aniversário do Führer pela vizinhança. Teme a dona da loja da esquina, colaboradora do Terceiro Reich. Faz amizade com um garoto obrigado a integrar a Juventude Hitlerista. E ajuda o pai a esconder no porão um judeu que escreve livros artesanais para contar a sua parte naquela História. A Morte, perplexa diante da violência humana, dá um tom leve e divertido à narrativa deste duro confronto entre a infância perdida e a crueldade do mundo adulto, um sucesso absoluto - e raro - de crítica e público.

Vejo vocês no cinema :)





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