21 de novembro de 2013

As ilustrações nunca publicadas de Harry Potter, por Mary GrandPré

   Você já deve ter ouvido falar da ilustradora Mary GrandPré, que fez todas as capas dos livros da saga Harry Potter. Mais ainda, deve ter ouvido falar que há outras ilustrações que nunca foram publicadas. 
   A ilustradora recebia rascunhos dos livros de J. K. Rowling e usava toda sua criatividade para ilustrar os momentos mais marcantes. Alguns desses foram escolhidos como capas e os outros, ficaram de fora. Veja alguns deles:
Souberam identificar todas as cenas? =)

6 comentários:

  1. Harry Potter, devo confessar, foi um dos meus maiores guilty pleasures de todos os tempos. Mas até o terceiro volume da série, para mim, o melhor deles: Prisioneiro de Azkaban. Dizem que a Rowling bebeu na fonte mais certa: As Crônicas de Nárnia de C. S. Lewis que, para mim, figura imbatível como a melhor coisa já produzida em termos de literatura infanto-juvenil. A diferença gritante entre a fonte e a renovação está no fato de que Rowling transformou a "magia" em disciplina escolar, o que, convenhamos, retira toda a "magia" da magia. C. S. Lewis nos eleva espiritualmente com as suas reviravoltas mágicas cada uma mais bem sacada que a anterior. Seja por meio de um guarda-roupa que vai dar numa rua gelada; de um garoto convertido em dragão e que precisa devorar o próprio corpo para voltar a ser o que era, de um livro em cujas páginas mágicas só deveremos ler o necessário (e nele há coisas do tipo: "como me tornar bonita", "como ser invisível", "como saber o que os outros estão falando de mim" etc), a experiência de voar (tão bonita quanto nos nossos mais agradáveis sonhos) e tantas outras. Rowling gostava tanto de Nárnia que resolveu conceber sua saga de Potter também em 7 volumes. Resolveu também aproveitar elementos da mitologia grega e latina. Sugiro que leia os dois. Para chegar a Nárnia, entre pelo guarda-roupa do avô, entre mantas, cachecóis, sobretudos até atingir uma rua fria e nevada. Para chegar a Hogwarts, procure a Plataforma 83/4 em Londres. É o melhor roteiro turístico para as férias de Natal.

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    1. Ultimamente ando muito dividida entre O Senhor dos Anéis e As Crônicas de Nárnia. Minha mesada está esgotada até fevereiro de 2014 porque, digamos que "exagerei" nas minhas leituras de final de ano. Estou depressiva. Isso sem contar que ganho meros 20 reais, o que não sustenta meu vício. Mas assim que puder, irei me decidir entre essas duas fantasias (ou dar chilique e conseguir levar os dois para a estante de uma só vez). Cresci sob influência de J. R. R. Tolkien e Lewis, assim como sua amizade influenciaram suas obras mais que mágicas. Espero lê-los o quanto antes =) Sobre J. K. Rowling: estou apostando em O Chamado do Cuco. Harry Potter não conseguiu me conquistar de verdade. Claro que o novo lançamento nunca chegará a ter o mesmo prestígio que o clássico (acho que podemos chamá-lo assim). Talvez tenha sido pela lentidão de A Pedra Filosofal. Não sei. Me sinto estranha, todos amam!

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    2. Acho que a lentidão de Harry Potter é preparo, pois a narrativa engrena mesmo só nos capítulos finais. Diferentemente de Senhor dos Anéis que, me desculpe a sinceridade, está na lista das piores coisas que já li na vida. Tolkien criou um universo milimetricamente detalhista e pôs dentro dele um dos enredos mais elementares e bocós de toda a história narrativa. Resulta daí uma trama linearíssima sem nenhuma eletricidade, nenhuma reviravolta, nenhum prêmio de consolo ao leitor que aceitou afundar os ossos torácicos com o tijolo da trilogia. Esvaziando os ricos mitos de tradição nórdica, ele pende para o lado do realismo quase científico, quando o aconselhável seria o polo oposto: a fábula e a fantasia. Por que Tolkien virou este monstro sagrado sempre referido ainda me é um enigma. Da amizade dele com Lewis (este sim gênio absoluto), o máximo de influência literária que existiu foi o roubo da ideia do anel - tirando sem nenhum escrúpulo do último livro de Crônicas de Nárnia. Vai por mim: leia Nárnia. E se você gosta de Senhor dos Anéis por conta do filme (este sim genial, porque os roteiristas consertaram os erros crassos do livro), fica apenas nele (no filme). Conselho de amigo. Ou ignore tudo o que disse e quebre a cara! hehehehhe

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  2. Oie, Vi ^^

    Geeeente, como ela desenha divinamente bem. Foi uma super coincidência eu vir aqui hoje e encontrar esse seu post, porque fiz "Capas pelo Mundo" justamente de Harry Potter, ahahaha.

    Gostei MUITO dessa sua postagem. Nunca tinha parado para pensar nas ilustrações não escolhidas (e ótimas, por sinal).

    Parabéns. Arrasou no post *----*

    Beijinho,
    May.

    Livreando

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  3. Adoro as ilustrações feitas por ela, inclusive detestei a edição de capa branca do Harry.
    Realmente ela é muito talentosa e criativa.

    Bjo
    Luh Costa- bisbiblogando.blogspot.com.br

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